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segunda-feira, maio 26, 2014
Sob o Signo da Desilusão
Pois é camaradas. 2014 será o ano perfeito para o Vitória, e não digo isso com prazer, muito pelo contrário. Afirmo com o desprazer de um sujeito cuja cabeça serviu de alvo para um pombo passante. O desânimo pebolístico que me aflige beira (des)níveis tão graves que eu passei boa parte do jogo contra o foguinho gargalhando. A sucessão de passes bizonhos e a desorganização atroz que aflige o meu time (da diretoria ao cara que varre o chão) me fizeram ter a impressão de que o ECV precisa urgentemente de uma tomada da Bastilha e a sucessão de guilhotinagens que veio logo em seguida.
Então, se já jogamos fora 6 meses do ano da graça de 2014, por que porra afirmo que esse é o ano ideal para o rubro-negro baiano?
Por que essa desgraça que assola o ECV é o reflexo de uma desgraça maior de âmbito nacional. Com apenas 6 pontos e uma vitória, NÃO estamos na zona da lama. Vejamos o exemplo do Náutico, que ano passado totalizou apenas amargos 20 pontos em todo o campeonato. Na oitava rodada, já estava em seu lugar habitual (a lanterna) com 4 pontos. Com os 6 pontos atuais, meu querido Vitória estaria, em 2013, disputando a liderança ao contrário. Mas não está. Se o campeonato acabasse hoje, o Leão rasparia o cu mas não cairia. Esta é a primeira razão de 2014 ser o ano rubro-negro: existem tantos times merdas que a merda toda do meu time acabou diluída. O campeonato está extremamente nivelado por baixo.
A outra merda que acaba ajudando é a copa. Esse intervalo vai ser um alívio por dois motivos. O primeiro é mais subjetivo: vai dar um tempinho pro Jorginho arrumar a equipe. Como sorte de pobre é não pisar na merda, eu tenho minhas dúvidas de que isso adiante algo, mas vai que...
O segundo motivo é de ordem mais prática: vai dar um tempo pro elenco triturado do ECV se recuperar das lesões, principalmente o Escudero*. Já afirmei e ainda afirmo que jogar no Vitória é uma profissão de alto risco, sendo que as chances de perder um membro são maiores que na Batalha do Somme**.
Então, mesmo com o maior azar que existe (que basicamente se resume a ter o Falcão como presidente), nos encontramos em um mar de sorte, pois temos uma chance de não jogar a segundona em 2015. Se não fosse o ano da graça de 2014, o rebaixamento seria uma certeza. Por isso meu desânimo: mesmo que o ECV não caia, o que eu vejo jogar é um time de segunda divisão, muito longe do brio e do esplendor do ano passado. Seguindo a mesma lógica, com um time no mesmo nível do ano passado, a Libertadores seria uma certeza e a sonhada estrela uma possibilidade.
Entendem a gravidade?
--
*Nada mais triste do que um bando de gente acreditando que a salvação vem de apenas uma pessoa, mas a realidade é fria, crua e triste.
**Batalha da primeira Guerra Mundial onde morreram ou foram feridas mais de 1 milhão de pessoas. É quase o mesmo número de jogadores lesionados no ECV.
segunda-feira, abril 01, 2013
Um Mundo sem Internet
-
Larga a mão de ser exagerado... Sem comida você não vive. Ficar sem
internet é de boa... lembra daquela vez no Capão? Você passou quase um
mês.
- Fumando maconha pra caralho.
- E daí? Você fuma pra caralho aqui também.
- Não importa. Fiquei me coçando todo. Viciei nessa merda.
E
ele de fato estava, assim como todos estamos. Ah, as comodidades das
internets. Pagar conta sem fila? Fácil. Comprar bugigangas e fazer o
capitalismo girar, azeitadinho? Mais simples, impossível! Chouriçar a
mulherada? Basta digigar fb.com. Ficar de olho nas escapadas do maridão?
Basta digitar fb.com também!
A
internet é fantástica. Ainda me lembro bem da primeira vez que eu a vi.
Foram piadinhas do Casseta e Planeta (na época que prestava) num site
toscamente feito em html, escritas em Times New Roman e com um template
que lembrava uma parede da caverna de Lascaux.
Por
exemplo: Com a internet, a adolescência - notoriamente uma das épocas
mais complicadas da vida - se tornou infinitamente mais fácil. Foi-se a
época dos nerds fracos e vulneráveis. Agora qualquer valentão
espinhento está a mercê dos conhecimentos básicos de programação daquele
que sofre o bullying (terminologia anglicista disseminada pela própria
internet!). Basta descobrir a senha do feicebúque daquele wannabe
playboy e pronto: Sua opção sexual será, para todo o sempre e amém,
homossexual.
A internet é uma droga.
E o pior tipo de pessoa neste mundo (e talvez em outros também) é um drogado em crise de abstinência.
Vejamos:
Se
por algum motivo bizarro o Brasil, este glorioso e pacífico país, cuja
bandeira ostenta portentosos “nem um, nem outro”, fica completamente
desprovido da Rede Mundial de Computadores.
Ora,
o povo brasileiro, como eu disse, é pacífico. Toma na bunda em todos os
aspectos possíveis, do climático ao puro karma, mas especialmente, nos
aspectos políticos. E não reage. Ora, passividade digna de louvor, esta!
Tal qual Jesus, o povo brasileiro toma um tapa e vira a outra face. E
depois vira a testa. E depois vira a bunda.
Mas nunca se rebela! (No máximo reclama com o taxista.)
Outrora
era o futebol, a TV e o rádio que entorpeciam o povo e o privava da
vontade de se rebelar contra este status quo toscão. A internet, porém,
jogou estas mídias ultrapassadas pro escanteio, tornando-as
dispensáveis. Por exemplo: Prive um cidadão de todos os canais e
estações, mas ofereça uma banda larga de qualidade. Ta-da! Eis um
cidadão feliz.
Li em algum lugar que boa parte dos crimes cometidos são de origem sexual. Mais ou menos nesta equação:
Nêgo não fode + frustração - descarregar a frustração matando = crime
Ou,
Nêgo não tem grana - mulher gosta de dinheiro + nêgo rouba = as mina pira.
Seguindo
essa lógica, a internet surge como a maior força apaziguadora das
tensões sociais jamais concebida. Isso tudo por conta da pornografia.
Voltando
ao cenário do Brasil sem internet, é fácil de imaginar o caos tomando
conta de tudo e de todos. Linchamentos públicos de políticos, saques e
arrastões, sub-celebridades indo para a fogueira, uma detonação
termo-nuclear em Brasília e a abolição da lei anti-fumo. Mas a causa de
todo este furor não seria a falta de internet, e sim a falta de
pornografia.
Em outras palavras, agradeça aos esforços hercúleos de heroínas como Sasha Gray (dentre outras), pois é graças ao suor de seu trabalho que nostra socidade permanece assim: quase na ruína mas não exatamente dentro dela.
Ou
tente criar mentalmente a expressão facial e gestual de você, leitor,
quando sua internet cai ou simplesmente se recusa a conectar.
Simiesca, não?
sábado, janeiro 05, 2013
Por que os Beatles são uma Merdinha Mole
Decidi que chega de me esconder de fãs xiitas que demandam minha cabeça quando exponho determinadas opiniões.
Decidi que está na hora de mandar os (acima citados) fãs xiitas a merda.
Decidi que, em meus reviews musicais, começarei o ano da graça de 2013 falando de uma das maiores desgraças musicais que o showbizz já nos empurrou:
Os bitous.
E o farei comparando-os a uma das bandas mais fodonas que já existiu. Banda esta conterrânea e contemporânea dos Bitous. Uma banda que poucas pessoas conhecem, mas que mesmo assim moldou o rock'n'roll profundamente ao seu bel-prazer. Uma banda injustiçada pelo showbizz, mas que mesmo assim seguiu em frente, produzindo músicas boas&honestas.
The Kinks. E chega de ficar repetindo palavras.
--
Bom, vamos por partes, já diria o Jack Estripador:
Qualquer pessoa minimamente inteligente e com algum conhecimento musical admite sem muita careta que os bitous são superestimados. Fala-se de uma genialidade e de uma criatividade que beiram o mítico, mas que em verdade, se revelam falaciosas.
Em um primeiro momento, os bitous apenas faziam o som que o grande Chuck Berry fazia, com letras igualmente inocentes. E isso com um atraso de quase 10 anos. Há criatividade nisso? Há inovação? Definitivamente não, mas três rostinhos bonitos (O Ringo era feio) e altamente vendáveis certamente eram uma mina de ouro para empresários e afins explorarem livremente.
Os anos foram passando e o público foi mudando. Os hippies (eca!) demandavam letras mais engajadas, uma sonoridade mais elaborada e, por que não?, doses significativas de psicodelia. Os bitous atenderam esta demanda do mercado (frisos nesta palavra) e assim produziram suas músicas.
Alguém grita na multidão "Viu? Isso é um exemplo de inovação e criatividade!"
Tá, tenho que dar o braço a torcer e admitir isto, mas ainda discordo da dita genialidade do Lennon ou do outro fulano. Afinal de contas, bandas como Rolling Stones, Beach Boys e os Kinks estavam, simultâneamente, compondo músicas igualmente complexas. Os bitous apenas vendiam mais.
E assim se sucedeu até que eles tiveram a brilhante idéia de acabar com a banda (e melhorou depois que um doido teve a brilhante idéia de matar o Lennon.)
Até agora apenas me ative ao quesito "suposta genialidade dos bitous" e julgo ter sido claro o suficiente em desmascará-la. De agora em diante, darei um exemplo de uma verdadeira genialidade musical subestimada e vocês, ímpios, verão por que bitous é uma merdinha mole.
Os Kinks, pra início de conversa, tem um nome escroto. Um nome rock'n'roll. Pode-se traduzir como "Os Pervertidos", e isso já se configurava como uma bela voadora de dois pés na caixa dos peitos do showbizz. Afinal de contas, como vender uma banda com um nome desses?
Fato inegável que The Kinks surgiu quatro anos após os bitous, mas já chegaram inovando, ao contrário dos quatro capengas de Liverpool, que começaram copiando. Dave Davies, guitarrista do Kinks, simplesmente inventou a distorção na guitarra, rasgando o cone do seu amp. Me diga uma inovação tão profunda no rock'n'roll que se iguale a invenção da distorção. Existem poucas. E nenhuma executada pelo bitous.
Com suas guitarras distorcidas (e pesadas pro padrão da época) e atitudes extremamente rock'n'roll (como brigas constantes com o público), eles foram proibidos de tocar nos EUA, privando-os do rico mercado americano. Daí a razão do desconhecimento geral da nação em relação aos Kinks. Isso, contudo, serviu de inspiração para a banda. Eles surfaram na onda do experimentalismo e engajamento musical para criticar pesadamente a sociedade puritana inglesa. Enquanto os bitous cantavam "give peace a chance" e insistiam numa xurumela hippie de paz e amor, os Kinks mandavam a rainha tomar no cu, o mercado musical pra merda, criticavam o consumismo pesadamente e cantavam uma história de amor sobre um cara apaixonado por um traveco. Mais rock'n'roll que isso, impossível.
E, em minha opinião, a cereja no bolo é: The Kinks nunca se tornou psicodélico. Enquanto 99% das bandas da época abriam as pernas pra tocar o que o mercado exigia, os Kinks tocavam o que eles queriam. E isso não incluia sons bizarros pra hippie chapado de LSD ficar ouvindo doidão. Eles mantiveram uma atitude honesta e sincera, sempre fazendo um rock'n'roll pesado, pra frente e de verdade. Lá em cima eu citei a invenção da distorção pelo Dave Davies. Como se não bastasse, com esse tipo de crítica social, simplicidade musical (que não significa músicas feias, diga-se) e peso, eles pavimentaram o caminho pro Punk Rock. E também pro hard-rock. Que banda no mundo pode ser creditada por tantas inovações? Muito poucas, e The Kinks é uma delas.
O que fodeu a banda foi a década de 80, mas isso não é nenhuma surpresa, dada a minha teoria do buraco negro cultural oitentista.
Quem vence a batalha então?
The Kinks, claro. Mesmo por baixo da carne seca, eles criaram sonoridades e estilos musicais que, mais tarde, viriam revolucionar o rock'n'roll. E o que os bitous fizeram? Apenas venderam mais. The Kinks fazia rock'n'roll de verdade. Os bitous faziam musiquinha pra menininha histéria e pra hippie chapado. Os Kinks faziam o que queriam. Os bitous eram manipulados pelo mercado.
Por sinal, este texto não significa a abertura de uma discussão. Significa minha opinião e eu não quero ouvir a sua. Estou farto de fã xiita de bitous. O Saco de Pão é que nem a República Popular da China: é república e popular só no nome.
quarta-feira, setembro 26, 2012
Por Um Ódio Bem Aplicado
Texto do antigo Saco. Resolvi recolocá-lo.
--
Este talvez seja apenas um discurso de ódio. Mas é fato que eu amo odiar, ou odeio quem odeia odiar. O ódio é um sentimento puro, pauleira, como estar apaixonado. Infelizmente, neguinho inventou de que, apesar de válido, útil e bom, o ódio é negativo e só traz mazelas para a humanidade. Ledo engano.
O ódio, caros amigos, move montanhas. No meu caso, escreve blogs, mas isso é de menos. Tal sentimento é mal interpretado pelas pessoas, o ódio nada mais é que um desgosto profundo por algo ou pessoa, o que não te impede de amá-la, invejá-la ou admirá-la. Só que isso não exclui o “matá-la” ou o “trucidá-la”, e por causa de uns filhos da puta com ódio de sobra, sede de poder, merda na cabeça e falta de sexo, o ódio virou esse bicho papão. Sou relativista, e acho que uma vida regada apenas a positive vibrations uma merda. Se temos toda sorte de sentimentos a mão, por que não utilizarmo-nos deles com noção e parcimônia?
Mas o mundinho é politicamente correto. E os politicamente corretos vão acabar com a vida na terra, ou pelo menos com a vida divertida. E é aí que o bicho pega. Hoje em dia é moda, socialmente aceito, agradável aos olhos dos outros uma pessoa não fumar. Até aí você tolera. Mas tem neguinho que não bebe e fulano bate palma. E isso é bem complicado. E pra terminar de trucidar toda a endorfina do planeta, tem gente que nem come carne.
Veja bem, num mundo assim, onde as pessoas não comem carne por pena da vaquinha, onde é que existe o lugar para o ódio?
As pessoas não entendem que elas vão morrer virar adubo quer queiram quer não. Só que dessa forma neo-hippie pacifista vai ser bem mais rápido. Imagine um mundo inteiro plácido e bucólico, onde ninguém se arrisca, ninguém odeia, onde todo mundo senta em volta da fogueira e canta cumbaiá. Agora, faça um esforço maior e imagine o propósito de vida dessa galera.
Não tem.
É por isso que na Suécia e Japão neguinho gosta de sentir o gosto de chumbo ou ver se o asfalto é duro mesmo. Num mundo Suécia (ou Japão, mas eu prefiro a Suécia por que os japoneses são malucos pra caralho, vide os otakus) gigante, a população ia parar de se reproduzir, ia trabalhar feito maníacos e no final, se matar. Em algumas décadas, o ser humano seria a primeira espécie a se auto-extinguir.
O fim chegaria bem mais rápido dessa maneira do que do jeito convencional, com guerras, poluição e coisa e tal. O pulo do gato é que guerras, genocídios e desastres nucleares são, no mínimo, mais emocionantes. Por isso, parafraseio Hutt e digo “Pra que paz, se tenho a guerra?”
Ódio é necessário para a manutenção da vida na terra. Odeie seu próximo como odeia a si mesmo, e então talvez, possamos ter mais algumas décadas de soberania na terra (até uma horda de zumbis radioativos descerem a madeira na gente). Obviamente, para quem cresceu ouvindo dos pais que o amor move montanhas, é complicado sair odiando os outros do jeito moleque, de várzea, respeitoso. Caso contrário, temos outro Adolfinho fazendo sucesso entre a molecada. Quer minha dica para treinar um bom discurso do ódio sem correr o risco de uma minoria virar maioria e vir em sua direção e aplicar o ódio somado a contato físico?
Crie um blog!
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Este talvez seja apenas um discurso de ódio. Mas é fato que eu amo odiar, ou odeio quem odeia odiar. O ódio é um sentimento puro, pauleira, como estar apaixonado. Infelizmente, neguinho inventou de que, apesar de válido, útil e bom, o ódio é negativo e só traz mazelas para a humanidade. Ledo engano.
O ódio, caros amigos, move montanhas. No meu caso, escreve blogs, mas isso é de menos. Tal sentimento é mal interpretado pelas pessoas, o ódio nada mais é que um desgosto profundo por algo ou pessoa, o que não te impede de amá-la, invejá-la ou admirá-la. Só que isso não exclui o “matá-la” ou o “trucidá-la”, e por causa de uns filhos da puta com ódio de sobra, sede de poder, merda na cabeça e falta de sexo, o ódio virou esse bicho papão. Sou relativista, e acho que uma vida regada apenas a positive vibrations uma merda. Se temos toda sorte de sentimentos a mão, por que não utilizarmo-nos deles com noção e parcimônia?
Mas o mundinho é politicamente correto. E os politicamente corretos vão acabar com a vida na terra, ou pelo menos com a vida divertida. E é aí que o bicho pega. Hoje em dia é moda, socialmente aceito, agradável aos olhos dos outros uma pessoa não fumar. Até aí você tolera. Mas tem neguinho que não bebe e fulano bate palma. E isso é bem complicado. E pra terminar de trucidar toda a endorfina do planeta, tem gente que nem come carne.
Veja bem, num mundo assim, onde as pessoas não comem carne por pena da vaquinha, onde é que existe o lugar para o ódio?
As pessoas não entendem que elas vão morrer virar adubo quer queiram quer não. Só que dessa forma neo-hippie pacifista vai ser bem mais rápido. Imagine um mundo inteiro plácido e bucólico, onde ninguém se arrisca, ninguém odeia, onde todo mundo senta em volta da fogueira e canta cumbaiá. Agora, faça um esforço maior e imagine o propósito de vida dessa galera.
Não tem.
É por isso que na Suécia e Japão neguinho gosta de sentir o gosto de chumbo ou ver se o asfalto é duro mesmo. Num mundo Suécia (ou Japão, mas eu prefiro a Suécia por que os japoneses são malucos pra caralho, vide os otakus) gigante, a população ia parar de se reproduzir, ia trabalhar feito maníacos e no final, se matar. Em algumas décadas, o ser humano seria a primeira espécie a se auto-extinguir.
O fim chegaria bem mais rápido dessa maneira do que do jeito convencional, com guerras, poluição e coisa e tal. O pulo do gato é que guerras, genocídios e desastres nucleares são, no mínimo, mais emocionantes. Por isso, parafraseio Hutt e digo “Pra que paz, se tenho a guerra?”
Ódio é necessário para a manutenção da vida na terra. Odeie seu próximo como odeia a si mesmo, e então talvez, possamos ter mais algumas décadas de soberania na terra (até uma horda de zumbis radioativos descerem a madeira na gente). Obviamente, para quem cresceu ouvindo dos pais que o amor move montanhas, é complicado sair odiando os outros do jeito moleque, de várzea, respeitoso. Caso contrário, temos outro Adolfinho fazendo sucesso entre a molecada. Quer minha dica para treinar um bom discurso do ódio sem correr o risco de uma minoria virar maioria e vir em sua direção e aplicar o ódio somado a contato físico?
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