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terça-feira, julho 29, 2014

O Cheiro

Pessoalmente eu não gosto muito desse quadrinho. O problema é que essa é a única história minha pronta sobre a primeira guerra e eu não posso deixar barato o centenário da mesma. Surgiu de um amálgama (nome bonito para "cópia descarada") de Tardi, Erich Maria Remarque, Otto Dix e todos os clássicos anti-guerra que se passam na "guerra para acabar com todas as guerras".

Nunca antes da primeira guerra se vira tamanho número de ferimentos autoaplicados (minha tradução tosca para "self inflicted wound"). As condições nas trincheiras eram tão podres que os soldados alegremente trocavam dedos, mãos ou pés para saírem dali. Este ato se tornou epidêmico no exército francês, que passou a fuzilar os suspeitos da prática. Para evitar o paredão, os soldados passaram a usar a criatividade na hora de se ferirem. Esta história conta uma dessas maneiras.

Lá vai.

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Feliz 100 anos da industrialização do horror e da morte!

=)

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